Mostrando postagens com marcador #Learn. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #Learn. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Perdão!

"Não existe família perfeita! Não temos pais perfeitos, não somos perfeitos, não nos casamos com uma pessoa perfeita nem temos filhos perfeitos. Temos queixas uns dos outros. Decepcionamos uns aos outros...

Por isso, não há casamento saudável nem família saudável sem o exercício do perdão. O perdão é vital para nossa saúde emocional e sobrevivência espiritual. Sem perdão a família se torna uma arena de conflitos e um reduto de mágoas...

Sem perdão a família adoece. O perdão é a assepsia da alma, a faxina da mente e a alforria do coração. Quem não perdoa não tem paz na alma... A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia [ato de o homem ou animal nutrir-se da própria carne]. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente...

É por isso que a família precisa ser lugar de vida e não de morte; território de cura e não de adoecimento; palco de perdão e não de culpa. O perdão traz alegria onde a mágoa produziu tristeza; cura, onde a mágoa causou doença”(Papa Francisco, 18/05/2015).

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Uma desavença na social, sera que é arte?



PIXO- documentário.
Uma desavença na social, sera que é arte?

"Grafite é algo comercial, a pichação NÃO!" 

O documentário passa em São Paulo e trás relatos de quem vive e faz as marcas nas paredes (pixo) seus códigos  simbolizam manifestação,

"Universitária: Isso é arte, arte onde?
Pichadora: É arte sim da Pobreza onde todos fecham os olhos ninguém quer ver."

Amei o documentário como professora é um assunto de se pensar são os dois lados da moeda, a discussão de o que é arte vem ao longo de muitos anos e ate hoje ainda é uma pauta em ação.
A Pichação é posta como linguagem de expressão é deixar de ser invisível e mostrar ser alguém, o que é belo, o que é horrendo vai depender dos olhos de quem vê, "A pichação carrega uma mascara as pessoas veem a pichação como algo feio foi um bicho que passou por ali, mais é uma  questão de conviver e ter uma percepção sobre ela." 
Ao meu ver não é arte (belo, sublime) mais não deixa de ser porque se enquadra na arte contemporânea tem conceito, discussão, trás conflito e é expressão então, a pichação é arte??? , Existe sim, pessoas que vivem na periferia, possuem uma condição de baixa renda e que se dirigem ate o centro para deixar na pichação suas marcas criando manifestações uma linguagem particular, se colocando em posição de risco e colocando o outro também, "Cara, você tomou um choque de 3.000 vts" é ilegal sim, mais para quem pixa, existem 3 motivos para realizarem a ação, 1-Ter voz/liberdade de expressão; 2-Lazer e adrenalina; 3- Protesto.

A pichação é crime sim mas não deixa de ser expressão!

"A pichação em São Paulo não se comunica com a sociedade ela é uma agressão.
é como se são Paulo fosse um caderno de caligrafia gigante."

Que outro meio você usaria para protestar e incomodar a vida em são e dizer que você faz parte da sociedade que te exclui?

Assista, abra sua mente, traga a discussão não seja quadrado, mostre sua opinião mas conheça o olhar do outro primeiro.






Até a Próxima.









Helio Oiticica

Um Jeitinho gostoso de aprender é com os videos do traçando arte

Quer ver só? clica ai e curte um pouco mais de Helio Oiticica!


Como é bom aprender!!!



Hélio Oiticica


Mais sobre arte brasileira
Vamos conhecer hoje um pouco mais sobre o artista Helio Oiticica.

Hélio Oiticica é um dos mais importantes artistas brasileiros das décadas de 50 em diante. Participou do movimento neoconcretista ao lado de nomes como Lígia Clarke, Amílcar de Castro e Ferreira Gullar.Nascido no Rio de Janeiro, em 1937, Oiticica começou a carreira artística na década de 50, quando estudou pintura e fez suas primeiras exposições. Na virada da década, se uniu ao movimento neoconcretista, que defendia que a arte não era um mero objeto, e ia além do geometrismo puro.
É autor da conhecida frase "Seja marginal, seja herói", que escreveu em uma bandeira sobre a foto de um bandido morto publicada em um jornal carioca em 1968, durante a ditadura, e foi um dos grandes inspiradores do movimento tropicalista com sua obra "Tropicália".


No início da década de 60, Oiticia definiu seu papel nas artes plásticas brasileiras, e começou a realizar trabalhos que ultrapassavam a mera contemplação das obras. Seus penetráveis misturavam a visão ao olfato, tato, audição e paladar. Em meados dos anos 60 o artista aproximou-se da cultura popular e do carnaval. . Entre seus trabalhos mais conhecidos dessa época são designadas “parangolés”, que consistiam em tendas, estandartes e bandeiras para serem usadas sobre o corpo.






Fonte: Globo.com/pop art
Ficou curioso para saber mais???

Saiba tudo sobre a vida e obras em Helio Oiticica




sexta-feira, 17 de abril de 2015

Filme Desmundo Analise - Ninguém é inocente




























NINGUÉM É INOCENTE.

Baseado no romance de Ana Miranda, o Filme “Desmundo”  retrata a sociedade da época, 
por volta de 1570. No inicio da colonização, quando os bandeirantes chegaram ao Brasil, 
encontram os índios e os catequizaram, trouxeram Portugal através da igreja catolica
 pra dentro do pais descoberto, construíram suas casas demarcando o dominio, 
trouxeram os negros como escravos e as mulheres brancas como objeto de reprodução. 
E é nessa mistura de cores, iniciamos nossa analise sobre o filme.
Onde fica o desmundo, anunciado por Ana Miranda no título de seu romance, 
publicado em 1996? Trata-se, como vemos, de uma palavra iniciada por sua negação: 
o prefixo des anteposto ao substantivo mundo situa-nos, já a princípio,
 em território estranho.”SIMONE PEREIRA SCHMIDT.
Brasil e o desenraizamento social
O filme traz como personagem principal Oribela, (Simone spoladore) uma jovem órfã,
 de raiz católica, trazida de Portugal juntamente com outras garotas para o Brasil sob ordem 
da igreja católica portuguesa “que já estalada no Brasil exercia o poder das decisões a serem 
tomadas neste caso com o objetivo de  “Apartar” Os bandeirantes de certos pecados, abominados
 pela igreja como incesto, relações com outros homens e índias, além do interesse
 em criar uma terra da mesma cor, fica bem clara esta ideia quando o padre solicita 
a Portugal mulheres portuguesas ou por falta delas que seja brancas.
Vemos que estas órfãs trazidas, foram obrigadas a se casarem, não podiam escolher 
o marido e tão pouco se desejavam casar. Oribela Mostra com a sua personagem, um 
desenraizamento cultural por ter sido arrancada de seu país de nascimento, obrigada a 
deixar sua crença o celibato, pois é levada para cumprir o papel da esposa no período colonial,
 sendo um objeto de reprodução, inteiramente submissa ao seu marido. Oribela se casa com
 Francisco Albuquerque (Osmar Prado) Um homem rude, autoritário dono de engenho de açúcar, 
mora com a mãe (Berta Zemel) e a irmã com síndrome de dawl, em uma das cenas fica claro que 
é a criança é o fruto de um ato incestuoso entre a Francisco e sua Mae.
Oribela é vitima de torturas físicas e psicologia reveladas em muitas cenas, em uma delas após um 
ato de desrespeito contra seu marido por tocar na mao do judeu Oriebela é violentada por Francisco.
 Ela se mostra inconformada com a situação e tenta fugir duas vezes na primeira delas foi capturada 
e passa por um processo de aprisionamento, como se estivessem domesticando um animal, a segunda
 tentativa de fuga ela planeja e vai busca de ajuda, com o Judeu Ximenes Dias (caco cioler), 
para ser levada de volta a Portugal. O judeu que participa da historia é um agente desenraizado 
e desenraizador, Não se sabe com base em quais documentos históricos pode se provar que 
judeus participaram da colonização do Brasil, recém encontrado pelos europeu, Desenraizado
 se converteu falsamente ao cristianismo, por mais que uma conversão verdadeira não seria um
 desenraizamento pois cristo é o messias esperado pelos judeus, a razão desta conversão é mais
 obscura uma vez que os papas condenam a antissemitismo e instrui os cristões a não incomodar
 os judeus e para que vivam de acordo com os ensinamentos de Moisés, outra pratica 
desinraizadora é a captura de nativos para serem escravos, pratica condenada pelo torá e
 pelo cristianismo.
 Oribela é acolhida pelo judeu, pelo qual se apaixona e passa a ter relações sexuais, uma vez 
que gera o pecado da fornicação  tanto no cristianismo quanto no judaísmo,  Uma forma clara 
de desenraizamento de Oribela e ximeno, com a quebra do sétimo e décimo mandamento dar-se 
a entender que ambos os processo sociais de desenraizamento e a gente desenraizador no caso 
de Ximeno é voluntário  desejável.
Oribela e Ximeno tentam fugir juntos para portugual, porem Francisco Albuquerque os encontra, 
a morte do judeu apesar de ser um abalo de expectativas de quem assiste, é uma confirmação 
o juízo, morte em função do pecado.
Oribela retorna a sua casa, antes relutante agora conformada com um filho do judeu no colo,
 esta se mudando com Francisco para o interior, Que cumpre o que afirma desde o inicio do filme.
 “Quando me perturbam eu vou mas mata a dentro onde fico tranquilo”.


 Feito pelos estudantes de arte: Alexia D'Oliveira, Claudia Melo, Edmar 
Soares,Edvania Magalhaes, Rodolfo.
Leonardo.


Filme Completo No YouTube.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Destino Walt Disney e Salvador Dalí

Simplesmente fascinante

Salvador Dali = Sonho, fantasia, utopia, quimera, desejo, magica...


Um conto de Walt Disney, romântico feita de encontros e desencontro, um retrato perfeito da personalidade de Salvador...
Uma dose de loucura e verdade.






Aquarela  e  Artes ate a Próxima
Alexia Oliveira.

Boíte (Box) Museu Portatil - Duchamp

Fonte:© 2013 Museu Coleção Berardo




Boîte (Caixa) Série C,montada por Lliazd em 1958

Data1958

TécnicaCaixa coberta com linho, interior forrado a papel ingres azul-cinza; cartão, madeira, papel, tecido, cerâmica, vidro e plástico

Dimensões40 x 38 x 9 cm
ID InventárioUID 102-319




Tudo o que fiz de importante poderia caber numa pequena mala.» diz Marcel Duchamp, numa entrevista à revista Life, em Abril de 1952.

Em 1936, Marcel Duchamp começa a realização de um museu portátil que reproduzia o seu percurso artístico.
Em 1 de Janeiro de 1941, a primeira Boîte-en-Valise [Caixa-em-Mala] ja finalizada é comprada por Peggy Guggenheim,  com mais de 60 reproduções, entre as quais, 3 réplicas minúsculas de Ready-mades e umGrand Verre [Grande Vidro] em miniatura sobre celuloide.
Marcel Duchamp monta os primeiros 24 exemplares, as 280 caixas seguintes, que completam a edição total, serão montadas em séries sucessivas até 1968.
Ecke Bonk, na sua obra The Box in a Valise, especifica que o título exato deste múltiplo é de ou par Marcel Duchamp ou Rrose Sélavy (2ªpersona...referência à identidade escolhida por Marcel Duchamp, por volta de 1920: mulher sábia e desconcertante). Apenas os primeiros 24 exemplares, ditos de luxo, deveriam ser chamados Boîte-en-valise ou, simplesmente, Valise [Mala]. Os 280 exemplares seguintes são apenasBoîtes [Caixas]. Um exemplar da série C (1958) pertence à Coleção Berardo.

Fonte:© 2013 Museu Coleção Berardo



Aquarela  e  Artes ate a Próxima
Alexia Oliveira.